domingo, 6 de novembro de 2011

Introdução a A manutenção de um carro híbrido é mais cara?

Custa mais caro manter um carro híbrido do que um carro movido a gasolina? A resposta é NÃO – a não ser que ele quebre, é claro. Normalmente, a manutenção de rotina e pequenos reparos não são mais caros nos carros híbridos do que em carros comuns. Na verdade, ela pode ser até mesmo mais barata. Mas se alguma coisa der errado com o sistema híbrido do carro depois da garantia ter expirado, você pode vir a gastar uma nota preta.

Em função dos híbridos custarem mais do que os carros convencionais de tamanhos similares, os compradores ainda debatem se a eficiência no combustível realmente compensa. A resposta depende de fatores como o preço da
gasolina, quanto você dirige e por quanto tempo você pretende manter o carro.



manunteção carro híbrido
© istockphoto.com /COffe72

Os custos de manutenção não devem ser considerados como um desses fatores em termos de cálculos financeiros. O motor a gasolina de um híbrido requer a mesma manutenção que qualquer outro carro. Assim que surgiram os híbridos, muitas oficinas hesitavam em trabalhar com eles, e por isso muitas vezes os motoristas precisavam levar o carro até a concessionária – onde na maioria das vezes os consertos são mais caros. Hoje em dia, cada vez mais mecânicos são treinados e estão dispostos a consertar carros híbridos.

Os custos de manutenção de um híbrido podem ser mais baixos do que um carro normal. O motor a gasolina desliga quando o carro está parado ou quando está a baixa velocidade e o
motor elétrico é quem está fazendo o trabalho. Isso significa que há um menor desgaste do motor. Nos híbridos menores, a troca de óleo é recomendada a 8.000 km, enquanto que nos veículos normais se recomenda a troca a cada 5.000 km.

O sistema de
frenagem regenerativa dos híbridos produz menos calor e isso significa também que as pastilhas e discos dos freios tendem a durar mais.
Na maioria dos carros híbridos, não é necessária manutenção especial alguma no sistema híbrido. Uma exceção é o
Ford Escape Híbrido: o filtro de ar do sistema elétrico de bateria deve ser trocado a cada 65.000 km a 80.000 km.

Sempre há, no entanto, a possibilidade de que alguma parte do sistema especial do híbrido – na maioria das vezes as baterias maiores – venham a falhar. Os híbridos vendidos atualmente normalmente têm garantia do sistema híbrido por oito anos/160.000 km ou dez anos/240.000 km. Mas se você não teve sorte e o sistema híbrido do seu carro estragou depois dessa quilometragem, o custo pode ser estarrecedor. A boa notícia é que a maioria dos fabricantes reduziu o preço das baterias de substituição. Nos primeiros dias dos híbridos, as baterias chegavam a custar mais de US$ 8 mil. Hoje custam algo em torno de US$ 2 mil.

fonte: http://carros.hsw.uol.com.br/

O Fim do Omega Suprema

Em 1996 foi decretado o fim da perua Suprema. O Brasil ficou sem um veículo familiar na categoria. Com a chegada do utilitário Blazer, as próprias concessionárias pediram o fim da perua com medo da tão temida “canibalização”, mesmo sendo veículos de categorias distintas.

Em 1997 o volante diminuía de tamanho e a qualidade do acabamento também. A versão mais barata, GLS (a GL não fez sucesso), perdia itens de conforto e conveniência em prol do corte nos custos.

A produção do Chevrolet Omega, marco tecnológico da indústria brasileira, foi encerrada no ano de 1998 no Brasil. Seu sucessor vem da Austrália: trata-se do Holden Comodore, mais caro e que deve ganhar uma nova geração ainda em 2007. Ainda assim, para muitos entusiastas, não houve um substituto a altura para o Omega nacional.



Fonte: Wikipedia
Data: 17/10/2007