domingo, 30 de março de 2014

Carros Funerários Antigos


A palavra “carro funerário” vem do Inglês Médio “herse”, refere se a um tipo de candelabro muitas utilizado em cima de um caixão.
Não se tem a data exata, mas em determinado momento do século XVII, as pessoas começaram à usar esta palavra para se referir às carruagens puxadas por cavalos que transportavam os caixões com os corpos dos falecidos até o local de seu sepultamento durante um cortejo fúnebre.
Os carros funerários permaneceram puxados por cavalos até a primeira década do século XX, época em que surgiram os primeiros carros funerários motorizados. Não se tem registros que ninguém sabe ao certo a data exata do início do seu uso, as poucas informações que se tem é que foi entre os anos de 1901 e 1907.
Chevrolet Ramonia, fabricado em 1929
 Ford 1925
 Uma das primeiras adaptações de carro funerário.
Observa-se o cuidado na preparação dos ornamentos e a cobertura para o Caixão. Este modelo foi um dos primeiros à ser utilizado no Brasil.
Ford 1925
Este Ford 1925, segundo informações, era utilizado na funerária Araújo na cidade de Santa Bárbara do Oeste, estado de São Paulo – Brasil.
Chevrolet Tigre 1935
Este Carro Fúnebre transportou o caixão do Presidente Getúlio Vargas em São Borja – RS em 1954.
Chevrolet Caravan
O Chevrolet Caravan foi um dos “Carros Fúnebres” mais utilizados no Brasil, transportou toda classe de pessoas, por isto, existem algumas pessoas tendem a não comprar um veículo desse modelo, temendo que possa ter sido utilizado para transporte de falecidos.
Jeep Rural Willys
Este é um Jeep Rural Willys adaptado como Carro Fúnebre, foi utilizado pela prefeitura municipal da cidade de Pirajú, estado de São Paulo, Brasil, no início dos anos 1970.
Vagão de trem funerário 
Este vagão funerário está exposto no “Museu Ferroviário” de Paranapiacaba.
Nele foram transportados os falecidos do litoral de São Paulo até o planalto por volta da década de 1950 / 1960.

O Fim do Omega Suprema

Em 1996 foi decretado o fim da perua Suprema. O Brasil ficou sem um veículo familiar na categoria. Com a chegada do utilitário Blazer, as próprias concessionárias pediram o fim da perua com medo da tão temida “canibalização”, mesmo sendo veículos de categorias distintas.

Em 1997 o volante diminuía de tamanho e a qualidade do acabamento também. A versão mais barata, GLS (a GL não fez sucesso), perdia itens de conforto e conveniência em prol do corte nos custos.

A produção do Chevrolet Omega, marco tecnológico da indústria brasileira, foi encerrada no ano de 1998 no Brasil. Seu sucessor vem da Austrália: trata-se do Holden Comodore, mais caro e que deve ganhar uma nova geração ainda em 2007. Ainda assim, para muitos entusiastas, não houve um substituto a altura para o Omega nacional.



Fonte: Wikipedia
Data: 17/10/2007