domingo, 6 de novembro de 2011

Qual a diferença entre um turbocompressor e um compressor?

Vamos começar pelas semelhanças. Tanto os turbocompressores quanto os compressores são chamados de sistemas de indução forçada. Eles comprimem o ar que flui para o motor . A vantagem em comprimir o ar é permitir colocar mais ar dentro dos cilindros do motor. Mais ar significa que mais combustível pode ser colocado ali dentro e você obtém mais potência de cada explosão em cada cilindro. Um motor turbocomprimido ou dotado de compressor produz mais potência que o mesmo motor sem a sobrealimentação.

A sobrealimentação típica proporcionada por um turbo ou um compressor é de 6 a 8 libras/pol²(psi) ou 0,41 a 0,55 bar. Como a pressão atmosférica normal é de 1,01 bar ao nível do mar , é obtido cerca de 50% a mais de ar no motor. Assim, você poderia obter 50% a mais de energia. No entanto, a eficiência não é perfeita, de modo que você pode obter uma melhora de cerca de 30% a 40%.

A principal diferença entre um turbocompressor e um compressor é a fonte de energia. Algo precisa fornecer a energia para o funcionamento do compressor de ar. Em um compressor, há uma correia que o conecta diretamente ao motor. Desse modo, ele obtém sua energia da mesma maneira que a bomba d'água ou o alternador. Um turbocompressor, por outro lado, obtém energia do fluxo de escapamento. O escapamento passa por uma turbina, que aciona o compressor.

Existem vantagens e desvantagens em ambos os sistemas. Em teoria, um turbocompressor é mais eficiente porque utiliza a energia "desperdiçada" no fluxo de escapamento como fonte de energia. Por outro lado, um turbocompressor causa um pouco de contrapressão no sistema de escapamento e tende a fornecer menos ar adicional até que o motor funcione em rotações mais elevadas. Os compressores são mais fáceis de instalar, mas normalmente são mais caros.

O Fim do Omega Suprema

Em 1996 foi decretado o fim da perua Suprema. O Brasil ficou sem um veículo familiar na categoria. Com a chegada do utilitário Blazer, as próprias concessionárias pediram o fim da perua com medo da tão temida “canibalização”, mesmo sendo veículos de categorias distintas.

Em 1997 o volante diminuía de tamanho e a qualidade do acabamento também. A versão mais barata, GLS (a GL não fez sucesso), perdia itens de conforto e conveniência em prol do corte nos custos.

A produção do Chevrolet Omega, marco tecnológico da indústria brasileira, foi encerrada no ano de 1998 no Brasil. Seu sucessor vem da Austrália: trata-se do Holden Comodore, mais caro e que deve ganhar uma nova geração ainda em 2007. Ainda assim, para muitos entusiastas, não houve um substituto a altura para o Omega nacional.



Fonte: Wikipedia
Data: 17/10/2007